LIBERDADE à Alma Escrava.
Quem és tu que rouba o meu coração que faz do meu silêncio a busca da minha paz
Nesta insensatez cala a voz da razão Apenas o silêncio se faz presente neste momento
Desejo ser livre de emoções banais sentimentos de adoração sem brilho de estrelas sem luz que ilumina o coração poético
Apenas sei deste amor irreal Fanal que conduz almas na direção do amor solitário onde cruzes ficaram pelo caminho
Humilde escravo fui destes sentimentos irreais Do amor singelo apenas fui hoje, liberto estou das amarras
Minha voz há de ecoar forte quando esta liberdade chegar Não haverá mais a solidão e me encontrarei em ações de graças
Viverei livre dos grilhões crueis que aprisionaram a minh´alma altiva a este louco desejo reinará apenas o Amor e a Paz
Serei então liberto cativo deste amor irreal. Andarei caminhos de estrelas voarei ao infinito sideral em meu grito de Liberdade.
À CASTRO ALVES - Poeta dos Escravos |
Robert Sheldon |
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Publicado em 24/01/2010 às 12h11