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Textos
CANTIGA DE SOLIDÃO...
Fere-me a palma da mão o espinho da rosa púrpura... o sangue escorre, como se fosse lágrima sentida, do amor que partiu. Recordo-me de você... Triste sina, lembrança da grande paixão!
Ouço o canto choroso do rouxinol, lembrou-me uma canção de amor... história de nossas vidas, sonho que ficou no distante passado, quando você sussurava juras de amor eterno...
Eu parti na minha infeliz solidão! Hoje,o incidente do espinho cruél, foi apenas um momento de alucinação, as recordações do fatal amor, que um dia nos separou da louca ilusão. Nas lembranças, restou-me o canto altivo do pássaro cantante: o rouxinol - a rosa púrpura - Você. |
Robert Sheldon |
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Publicado em 22/01/2010 às 23h10
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